
Considerado por muitos o pior jogo da série, Dark Souls 2 foi lançado em 2014 e trouxe uma versão definitiva chamada de Scholar of the First Sin em 2015, a principal diferença está no conteúdo, pois a localização dos itens é diferente e os conteúdos adicionais de DLC já vem incluídos.
A mecânica do jogo mantém os elementos clássicos da franquia, ou seja, os combates corpo a corpo compostos por investidas e defesas estão presentes. Além disso, é possível utilizar magias para fazer ataques a distância e, consequentemente, não precisar do ataque corpo a corpo.
A ambientação do jogo traz elementos da época medieval, porém tudo é feito de uma forma própria e adiciona elementos diferentes, isso resulta em uma estética única e deslocada no tempo, ou seja, tudo é bem fantasioso e não remete fielmente a nada que existiu na realidade. O mangá Berserk é um exemplo de mundo que se assemelha com o de Dark Souls.
Os gráficos do jogo são bons, este review é feito com base na versão de PC, nada é impressionante ou extraordinário, mas também não compromete a experiência. No fim, o visual do jogo é apenas um elemento adicional, já que é a mecânica e a experiência que empolga nos jogos da FromSoftware.
O jogo traz várias horas de campanha, além disso, é possível iniciar uma nova campanha mantendo o nível e os equipamentos, quando isso é feito novos inimigos surgem no cenário e alguns itens podem ser pegos. Falando em itens, o jogo traz uma possibilidade muito grande de customização, são diversas armas e armaduras, independente do gosto do jogador existe um set (conjunto) para ele escolher e jogar.
Dark Souls 2: Scholar of the First Sin é um jogo subestimado, talvez por não trazer nada de inovador para a franquia, no entanto é inegável que ele mantém as coisas que consagraram a série, portanto ele oferece uma experiência válida e, por isso, merece ser jogado.
| INFORMAÇÕES GERAIS DO REVIEW |
| Nota do review: 8 |
| Data de lançamento do jogo: 1 de abril de 2015 |
| Geração de consoles: sétima e oitava |
| Versões jogadas para este review: PC |