Review – Batman: Arkham City

A franquia Arkam trouxe uma nova abordagem para jogos de super-herói, a sua mecânica apresentou uma fluidez que se encaixou muito bem com o Batman. Em 2011 foi lançando Batman: Arkham City, continuação direta de Batman: Arkham Asylum, neste segundo jogo as possibilidades se expandiram, já que trafegar com liberdade pelo cenário é uma dessas possibilidades.

Além da possibilidade de sobrevoar pela cidade e ter um cenário mais aberto, também é possível jogar com a Mulher-Gato, mostrando que a mecânica criada para a série pode ser encaixada em qualquer personagem para uma aventura com combate corpo a corpo. Jogar com ela é muito intuitivo e a agilidade de seus movimentos é muito grande.

Vários vilões são apresentados, os destaques vão para Ra’s Al Ghul e Hugo Strange, que são partes cruciais do enredo apresentado pelo jogo. As missões secundárias estão disponíveis para o jogador de formas variadas, existem charadas para serem resolvidas e orelhões públicos que levam o protagonista a tentar impedir que alguém seja vítima de um assassino em série.

O visual do jogo é muito bom, porém ele não segue uma modelagem mais realista, os personagens tem uma anatomia mais exagerada, algo que segue o estilo da Unreal Engine. A cidade é muito detalhada, são vários becos e portas, explorar todos os pontos é uma tarefa que exige tempo, paciência e atenção.

O jogo aprimora o que foi feito em Arkham Asylum, as batalhas com chefes são legais e diversificadas, a luta com Ra’s Al Ghul é bem legal e oferece um cenário diferente do que o homem-morcego está acostumado a agir habitualmente. Batman: Arkham City é um jogo muito bom, ele é um dos melhores do gênero de super-herói da sua geração.

INFORMAÇÕES GERAIS DO REVIEW
Nota do review: 9
Ano de lançamento do jogo: 2011
Geração de consoles: sétima
Versões jogadas para este review: PC